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Arthur Callazans fala sobre carreira e parcerias musicais

Arthur Callazans fala sobre carreira e parcerias musicais

Na terça-feira (21), o cantor Arthur Callazans participou da gravação de um novo projeto junto com a artista Bruna Karla. Ele fará uma participação especial no álbum internacional, nova produção de estúdio da cantora pela MK Music, em espanhol.

Além de artista, Callazans é pastor, atua como diretor de um grande grupo de comunicação com 37 rádios e sete canais de televisão. Callazans afirmou que está muito animado com a parceria e que as colaborações têm sido o cumprimento de uma promessa de Deus para ele.

O cantor conversou com o Pleno.News sobre sua carreira no Brasil e no exterior, ministério e produções musicais.

Arthur, você nasceu em um lar cristão, mas como foi que você percebe que poderia ter uma carreira na música gospel?
Eu nasci num lar cristão de família sacerdotal, de pastores, presidentes da Assembleia de Deus na Europa e aqui no Brasil também. Mas foi aos 12 anos que eu comecei a cantar na igreja. Aos 15 anos eu já era líder do ministério de louvor da minha igreja, em Minas Gerais, com mais de 3 mil membros! Igreja muito grande. E aos 19 anos me tornei pastor de jovens. Eu pastoreava 1500 jovens e para mim foi um desafio ainda maior porque entender cada cabeça em cada idade… Adolescência, juventude… É muito complicado, né?

E você estava fazendo faculdade nesta época?
Já estava estudando, mas eu não comecei a fazer. Me matriculei e tranquei por optar pelo ministério. Naquela época eu tinha que optar entre a Engenharia Civil, que eu queria, ou me dedicar à igreja por tempo integral. A ideia era cada um da família ir tocando o negócio da família, que são construtoras em Minas Gerais. Não retomei porque então eu fui para os Estados Unidos.

Então seu plano era ser engenheiro civil? Como viu essa mudança no rumo da sua vida?
Vi, 100% a mão de Deus ali. Na verdade, eu estava orando por uma confirmação. Se eu tivesse me envolvido na Engenharia, não poderia atuar no ministério. Porque eu passei a viajar muito pelas Assembleias de Deus. Depois fui convidado para pregar em uma igreja hispana nos Estados Unidos, mas não dominava o espanhol. O Brasil nunca consumiu o espanhol. Preguei no domingo três cultos, mas durante a semana tinham outros eventos. Em um desses, dois profetas me trouxeram uma palavra profética de Deus afirmando que Ele tinha me escolhido para ser uma ponte que iria unir culturas, mundos, países, raças, nações e que de lá (dos Estados Unidos) Ele me levaria às nações. Eu fiquei com muito medo, liguei para a minha mãe, resisti, orei. Mas com um mês e meio lá, o pastor daquela igreja me chamou para me tornar diretor de todas as 37 rádios e entrou com o pedido pelo meu visto permanente. Tudo aconteceu e antes de quatro meses lá eu já estava legal.

Como é conciliar a carreira ministerial com a de cantor?
Eu não tinha pretensão de viver viajando. Lancei minha primeira música com a Aline Barros em espanhol e ela tomou uma proporção que eu não esperava. Como Deus me falou que eu seria ponte para unir culturas, o meu projeto (musical) tem pessoas do Brasil e pessoas de outros países latino-americanos. E comecei a ser procurado por grupos como Elevation Worship, Bethel Music. Eu contratei diretores para cada uma das rádios e para a TV, então se tornou muito mais fácil conciliar as agendas. Este ano começaria a minha turnê junto com a Christine D’Clario, que é hoje o nome mais poderoso da música gospel latino-americana atualmente. Por causa da pandemia, tivemos que adiar para o ano que vem.

E como é sua expectativa agora para o projeto com a Bruna Karla?
Então, aí veio o projeto da Bruna (Karla). Fiquei muito feliz, a Bruna tem uma voz incrível com músicas extraordinárias e que bombam no Brasil. Mas na América Latina, brasileiros ainda não são conhecidos. Com a Bruna, temos uma expectativa grande de fazer um bom trabalho de marketing com ela, em rádios, televisão, eventos… Porque ela é uma menina muito de Deus e eu estou com uma expectativa muito grande. A música está linda, é um worship muito congregacional para as igrejas, então eu acredito que vai funcionar muito bem!

Fonte: Pleno News

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